Wednesday, May 31, 2006

Amantes...



"Queria estar a sós contigo" - disse ela.
"Hoje só estou para ti" - respondi eu.
Ansiosa, corri para casa. Com água na boca. Com o sabor da antecipação.
Cheguei primeiro. Despi-me e fiquei á tua espera. O meu corpo a estremecer de tesão.
Entraste de mansinho e, sem falar, disseste-me tudo. O quanto me querias também.
A língua. Sempre a tua língua...O primeiro contacto com a minha pele. Queimas-me. Cada vez que me tocas. Não demoraste muito a meter a mão entre as minhas pernas. Já estava molhada. Sussuraste-me ao ouvido: "Cabra! Já te tocaste!" E eu ri-me. Não me consegui conter. Estava-me a aquecer para ti, argumentei eu.
"Agora, come-me!" dizes, enquanto me puxas o cabelo e me levas até ao teu sexo. arranho-te as coxas. Passo a lingua entre as tuas pernas, nas virilhas, por cima das cuecas de renda. Adoro. Uma renda que deixa ver tudo e, ao mesmo tempo, não me deixa chegar a ti. Afastei as cuecas e ficaste exposta. "Enterra essa lingua na minha cona", pedes tu, enquanto enrolas os dedos no meu cabelo até me doer. "Pára! - gritas tu - Quero fazer-te o mesmo"
Um 69 á hora de almoço? Que belo menu!
Foi o delirio. Um jardim de delícias. Até á exaustão!
Vindo do nada, dizes: "Somos amantes! Eu, pelo menos, sou!". Não digo nada. Prefiro eternizar o momento e deixar as tuas palavras ecoarem no quarto de sombras; na cama desfeita e satisfeita com o nosso orgasmo...

Tuesday, May 30, 2006

A Vontade...



Olho a cidade ao redor
E nada me interessa
Eu finjo ter calma
A solidão me apressa

Tantos caminhos sem fim
De onde você não vem
Meu coração na curva
Batendo a mais de cem

Eu vou sair nessas horas de confusão
Gritando seu nome entre os carros que vêm e vão
Quem sabe então assim
Você repara em mim

Corro de te esperar
De nunca te esquecer
As estrelas me encontram
Antes de anoitecer

Olho a cidade ao redor
Eu nunca volto atrás
Já não escondo a pressa
Já me escondi demais

Eu vou contar pra todo mundo
Eu vou pichar sua rua
Vou bater na sua porta de noite
Completamente nua
Quem sabe então assim
Você repara em mim

"Nua" de Ana Carolina

E a minha vontade cada vez me devora mais...

Thursday, May 18, 2006

O que me excita...



Sabes bem como o fazer...Deixas-me louca de desejo e depois pedes que me cale. Que não gema de prazer quando me dizes que só a minha língua te faz vibrar.
Apetece-me explodir de gozo quando brincas com os teus cabelos nas minhas costas nuas.

Friday, April 28, 2006

Um universo paralelo...


Um mundo á parte. Uma realidade vivida do outro lado do espelho.
Depois de longos dias, voltei a mim. Embora ainda me sinta a flutuar.
O Festim deixou-me exausta. E muito saciada. Estou renovada. Sou uma Fénix. Completamente renascida.
Os pormenores? Calma...Assim que o corpo mo permitir, prometo partilhar tudo!

Monday, April 10, 2006

O convite...



Chegou através de sms. Com data, hora e local. Obviamente, não posso revelar. Estou ansiosa. Sem qualquer receio. É mesmo só vontade. Tenho andado com as mãos geladas e com um sorriso maroto estampado no rosto. Imaginar o que irá acontecer já me deixa eufórica. É melhor acalmar-me.
A cada 5 minutos penso no que me foi proposto: Uma banheira no centro da sala; 12 corpos á minha mercê. E o que a loucura do momento ditar.
Não consigo parar de salivar.
Hummmm...Vai saber-me tãooooo bemmmmm...

Wednesday, April 05, 2006

Dedicado...



Hoje, apeteces-me!!!

Thursday, March 23, 2006

Cinzento...



Esta chuva que não pára...Merda! Fico tão triste. Oca por dentro. E voltam as memórias. Regressam as lembranças. O teu corpo. Sempre o teu corpo. O quente e molhado do teu beijo. A suavidade da tua pele. Aiii...É uma dor imensa...
Tento esquecer-te. Porque não mereces ser lembrada. Já consigo estar em paz durante alguns segundos. Sem pensar que existes, que respiras e ris e falas. Longe de mim...
Esta chuva que não pára...Escrevo para desabafar. Mesmo sabendo que todos me irão censurar por ainda pensar em ti. Não importa.
Quero-te de volta. Longe dele. Perto de mim!
Esta chuva que não pára.
Nos dedos ainda sinto a rigidez dos teus seios e o cheiro do teu sexo. Nos lábios ainda sinto o salgado das tuas coxas depois de te vires na minha cara.
Esta chuva que não pára...

Saturday, March 18, 2006

Anjo ou Demónio??!!!!




Uma amiga costuma dizer que "namorado de amiga, para mim é mulher..."
Pois...No meu caso isso faz não qualquer diferença...Se o namorado de uma amiga para mim for mulher, ainda melhor! Mais apetitoso fica! É um shemale sem mamas, mas também deliciosamente apetecível. Mas há casos e casos...
Tudo isto para contar o jantar que tive com a Cris. Estáva estusiasmada com as novidades que tinha para me contar. Nem esperou que entrássemos no restaurante. Eu, voltada para o Douro, a diluír-me na água, como os reflexos das luzes e das casas e ela, completamente eufórica: "Estou super feliz. Encontrei a minha cara-metade, (palavras que me dão um certo nojo ao imaginar a outra pessoa sem metade do rosto...)ele é um querido. Super atencioso. Com um sotaque lindo de morrer. Sempre atento ao que eu digo...Enfim, Estou apaixonada!!!"
Pronto! Eu já sabia que a conversa do jantar seria dominada pelos atributos do...do...Como é que ele se chama, Cris??? Angél, diz ela quase cuspindo na mesa...Angél Calderón! É de Salamanca, conheci-o num congresso. Bem, amiga, deixa-me confidenciar-te uma coisa...Ele é um portento na cama! Fico virada do avesso. Deixa-me completamente de rastos...e blá blá blá..."
Eu estava desligada da conversa desde o Calderón, de Salamanca...Soava-me de qualquer lado. Angél Calderón...De sobrancelhas franzidas eu repetia, mentalmente o nome até que...click!!!
Ai, por amor da santa...Chama-se Angél, Cris? Sim, sim, amiga! Um garanhão espanhol com muito salero!!!
Pois, "salero" deve ser a unica palavra espanhola que ela sabe...Mas enfim. Gosto da Cris. É uma querida. Tem um certo ar naif. Já tentei saltar-lhe á cueca. Mas ela é tão inocente e sem qualquer malícia que perde toda a piada tentar seduzi-la.
Agora vem-me dizer que o espanhol é um portento na cama. Logo a mim...Não lhe vou contar que esse "garanhão com salero" já esteve na minha cama. Sem saber onde pôr as mãos quando ficou sem os bolsos das calças. Que se veio 3 minutos depois de eu lhe arrancar as cuecas com os dentes. Um Angél que fez da minha vida um inferno, durante uns 2 meses, porque dizia que nunca tinha sido "fodido" e queria repetir a experiência!
E, como se não bastasse...Tínha uma pilinha jeitosa...para fazer cócegas!!!

Thursday, March 09, 2006

MILF...


Estou a dar em doida...Mudou-se para o prédio em frente uma morena com ar de fogosa.
Já a apanhei a ver-se ao espelho e a lambuzar-se em leite de corpo. Hummm...Preciso conhecer melhor aquele naco...Sentir o seu sabor...

Sunday, February 12, 2006

NOSTALGIA DOS TÓPICOS




• Lembro-me bem da 2ª vez que te vi…no ginásio, enquanto tomavas banho
• Água a correr em cascata
• O cabelo ondulado levava a água até ás tuas nádegas…
• Era final de verão…quando os dias começam cheios de sol e acabam em chuva, surpreendendo todos os que andam na rua…
• Perguntaste se queria boleia…desejei não ter carro só para ficar mais um pouco contigo…
• Depois a correria até ao parque de estacionamento…
• A coincidência do teu carro junto ao meu…Demasiado…
• Um olhar trocado antes de ligar o motor…
• Um leve aceno de mão…
• A promessa de nos voltarmos a encontrar sem nada combinado…Um encontro sem base sustentável entre duas estranhas…
• “Até amanhã, corpo doce e quente”, foi o que pensei quando o teu olhar se afastou de mim…

Quando penso em ti, o mundo em que vivo passa a ser uma realidade paralela. Deixas-me nostálgica. Deixas-me louca. De desejo. De vontade.
É tua a culpa de eu procurar outros corpos. Outras peles. É noutras vidas que te procuro. Mas nunca estás.

Rodeo…Yyyyyaaaaahhhh!!!




A Milene estava de rastos…Três noites seguidas sem dormir por causa da putéfia da namorada do vizinho da frente…Aquele com quem se deliciava no elevador.
A tipa estava de férias e aproveitava as noites para limpar as teias com o Zé Carlos. O problema, disse-me a Milene, não eram os gritos histéricos, o arfar asmático da gaja ou o som da barra da cama contra a parede. O problema…Aliás, os problemas, davam pelo nome de Rocky e Xena; um casal de caniches que gania desalmadamente enquanto a dona esperneava gritando que o Zé Carlos era o melhor touro que ela alguma vez tinha montado…
Enfim…
Com muito esforço a Milene lá me conseguiu cortar o cabelo…Fiquei triste ao notar que a Carina não estava. “Desculpa, querida, esqueci-me de te avisar…Ela foi a uma consulta…Imagina tu que a rapariga agora encornou que quer aumentar as mamas…”.
Pronto…Comecei logo a salivar…Se aquela manicure já me tira do sério com a sua copa B…
Voltei para casa. Não consegui produzir nada de jeito. Vencida pela imaginação só conseguia pensar nas duas “novas amigas” da Carina!

Thursday, February 02, 2006



Hoje acordei cedo.
E bem disposta. Revitalizada. Só o cabelo estava desalinhado. Liguei para a Milene e marquei hora para depois de almoço. Um corte e manicure. Sempre ponho a conversa em dia. E fico a par das tricas dela com o vizinho da frente. Parece que o prédio se desmorona sempre que se encontram no elevador. A Milene confidenciou-me que, da meia dúzia de fodas com o vizinho, cinco aconteceram na viagem do rés-do-chão ao 4º andar; com paragem no 3º, onde ainda não mora ninguém.A outra aconteceu na garagem. Dentro do carro dele.Enfim...O digestivo após o almoço leve vai, concerteza, ser divino.Enquanto cuido do visual, alimento a minha líbido. E já sei que vou sair de lá com as cuequinhas húmidas. Não só pela pérfida conversa com a Milene, mas também pelo arrepio especial que a Carina me provoca quando me massaja as mãos com Atrix.Aquela manicure tira-me do sério. Ai...Ai...

Ps. Acabei de receber um mail do Rui. Quer jantar comigo "um destes dias", diz ele.Porco!Quer é lambuzar-me as mamas todas outra vez!!!Agora que penso nisso...Sexta-feira tenho a noite livre...

Petit mort...



Sussurrei-te ao ouvido que te amava. Tu dormias mas acusaste o toque. Colaste ainda mais as costas ao meu peito nu.Afundei o nariz nos teus cabelos. Cheiravam a tangerina e ao último cigarro fumado antes de adormeceres. Depois do amor. Para mim. Depois do sexo. Para ti.A tua pele, sempre tão suave e rosada, estava agora com gotas de suor. Os despojos de uma batalha entre línguas, mãos, dentes, dedos, lábios e o arrojo dos nossos brinquedos.Uma batalha em que somos cumplíces, com idêntica estratégia. Com o mesmo objectivo. Até à exaustão.

De coração aberto...digo-te...




Não apreciaste o presente que te dei. Ainda não percebo o porquê!Chamaste-me louca e fizeste com que me afastassem de ti. Colocaram-me numa cela a que chamaram quarto privado. E era mesmo. Privado apenas porque me isolou do mundo, do meu mundo que és tu!Falaram em obcessão. É verdade. Sou obcecada. Pela tua pele, pela profundidade dos teus olhos, pela brancura dos teus dentes, pela rigidez dos teus seios, pelo teu aroma a mulher. É obcessão! É veneração!Só vou conseguir alcançar a felicidade quando me entranhar por completo em ti.queria ser tinta da china derramada, para que tu, como papel mataborrão, me absorvesses por completo. E, em vez de te deitares ao lixo, embrulhavas-te...guardavas-te dentro de uma caixinha e ali ficavas para sempre, comigo em ti.Eu quis apenas mostrar-te como sou tão tua.Foi por isso que te quis dar o meu coração. Bastava arrancá-lo do meu peito e colocá-lo nas tuas mãos. O amor que te tenho ía mantê-lo vivo e a pulsar por ti.Mas não o quiseste. Assim que o aço da faca tocou a minha pele, gritaste comigo e chamaste-me louca...Fiz apenas um corte de onde apenas saiu um fio de sangue. Aquele onde tu corres.Chamaste médicos e enfermeiros e eles levaram-me de ti. Durante tanto tempo...!E eu...que só queria dar-te o meu coração...

Instrumento do meu amor




Que me adianta pensar que te tenho? De que me serve saber que uma vez por semana dizes render-te ao meu calor? Porquê este sofrimento de não te sentir por perto a todas as horas?Afinal, apenas deixas que eu te use como instrumento do meu amor. E como tudo ainda é novidade para mim, descubro-me a limar arestas; a contornar obstáculos; para que cada instante seja perfeito Tu limitas-te a receber toda a minha devoção e cada olhar, cada sorriso, cada palavra, cada gemido teu, são migalhas que alimentam a minha paixão.Descarno o meu corpo cada vez que penso no que fazes quando estás longe.Retalho com o pensamento cada pessoa que imagino aproximar-se de ti.Procuro a eternidade em cada segundo que me dispensas atenção. E imagino que será esta a vez, será este o dia em que dirás: Hoje não volto para casa; hoje sou tua; esta é a nossa noite...Mas vais sempre adiando esse momento. E, de cada vez que te sacias em mim, veste-te á pressa e dizes que tens de ir. Brincas e afirmas que tens um encontro inadiável com o frigorifico e com o fogão...Mas eu sei que é “ele” que não pode passar sem ti; está também dependente dos teus cuidados, dos teus carinhos, dos teus mimos.E eu? E eu? E EU???Fico a vaguear no limbo, ansiosa para te ter de novo, para enterrar a minha cara nos teus cabelos escuros que se confundem e entrelaçam nos meus longos caracóis.Sou tua. A tua mulher. És minha. A minha mulher. Amo-te. Amo-te. Amo-te.

O cheiro da morte



Hoje irristaste-me. Deixaste um cigarro a arder no cinzeiro. Estava mal apagado. Resisti á tentação de o esborrachar e fiquei a olhá-lo. Era quase doloroso ver como lutava para se manter aceso, já sem mortalha para arder. Restava apenas o filtro. E, numa última tentativa, mostrou toda a sua incandescência, lançou uma correntezinha de fumo e apagou-se. Estava morto. Mas deixou ainda um cheiro intenso e repugnante. Será assim o cheiro da morte?Não me apeteceu divagar sobre o assunto. Guardei-o numa pasta da memória para poder dissertar mais tarde.Voltei á minha irritação...Deixaste um cigarro a arder no cinzeiro! Sabes que detesto isso! Odeio todos os momentos em que fumas. Porquê? Porque a tua boca fica ocupada e os teus lábios ficam longe da minha pele...

Papel branco num estojo preto...



Consegues explicar-me porque guardo o teu contacto no meu estojo de manicura? Fico a olhar o papelinho branco, com príncipio-de-amarrotamento e com os cantos já dobrados. Para além do teu primeiro nome e do número de telemóvel aparece uma data e uma hora: Terça-feira, 15:15...Não sei qual o significados destes dados. Teria algo marcado contigo para esse dia da semana? Para essa hora? Mas que raio se passou ás 15:15 de uma terça feira? E que caminho terá percorrido o papel, escrito por ti, para estar dentro do meu estojo de unhas? São tantas as questões...e não estás aqui para me satisfazeres a curiosidade...Trocaste-me por uma sessão de mesoterapia. Foi "ele" que ta ofereceu. Que original! Um cheque-brinde de um instituto de beleza como prenda de aniversário...Vá lá, vá lá...até me admira não te ter ofertado, pelo terceiro ano consecutivo, uma dúzia de túlipas e um livro de poemas, daqueles comprados á pressa em qualquer estação de serviço.A minha prenda só vais recebê-la na próxima semana. Quando resolveres sair do pedestal e desceres á terra para te embranhares com uma simples mortal como eu.Por isso, ainda não te revelo o que preparei . Feito com as minhas próprias mãos. Com todo o cuidado e emoção. Sei que vais gostar. Sempre disseste que te agradava a ideia do sangue trocado entre juras de amor...

A poesia não tem garra



Não quero que sejas a minha princesa ou o meu mundo. Por isso nunca te fiz discursos poéticos.Se existem palavras doces que definam o que sinto por ti, poderiam elas ser suficientemente fortes para te ligar a mim para sempre? Duvido.não existe palavra, frase, parágrafo, texto ou testamento que possa expressar a garra e a vontade com que te quero!Queria fundir-me em ti tal como aquele anel de ouro de diluíu no mercurio de um termómetro partido...

Quanto é daqui a pouco???



- Beijo. Até já. Daqui a pouco estou aí!Daqui a pouco? Daqui a pouco quê? Tempo? E achas que cada segundo que passo sem ti é pouco? É preciso ter lata. Não me vens ver. Não me vens tocar. E já lá vão dois dias...Ainda tenho a prenda de aniversário para te dar. Sei que vais gostar. Aliás, vais adorar. Porque sempre disseste que te agradava a ideia do sangue trocado entre juras de amor.Dei o meu sangue, pelo amor que te tenho. Uma óptima troca. E o que tenho para te dar vai prolongar-se pela frágil eternidade do meu corpo. Vais gostar...

Amo um ser...Não um sexo!





Amo-te porque representas tudo o que não tenho, tudo o que não sou, por seres o outro lado de mim, a parte que me falta. No puzzle da minha existência, tu és a peça central, sem a qual nada faria sentido.No esqueleto da minha vida, tu és a coluna vertebral que me sustenta.O teu sexo é o menos importante.Apaixono-me por pessoas e não por sexos. Isso é secundário.Também podia amar um homem. Desde que fosse o meu complemento.Não é o caso.

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